sexta-feira, 21 de março de 2008

Uma de Nietzsche para o top do nosso Blogue

Andamos todos engajados na guerrilha política e passional causada pelos solavancos assimétricos da Governação. Procuramos munições no virtual, no passado e nas entranhas. Estamos vivos e defendemos a Liberdade de Expressão com todos os dentes. Não queremos voltar para trás e despachar banalidades controladas e mesquinhas. O nosso sucesso de audiência atingiu uma velocidade de cruzeiro, que se espera reforçada, cada vez mais e melhor.

De Friedrich Nietzsche, um texto muito interessante sobre a Amizade, inserto em “Aurora”.

Tem barbas a objecção que se faz à vida filosófica de que, por ela, nos tornamos inúteis aos nossos amigos; isso torna-se impensável, no entanto, para o espírito de um homem moderno, pois é muito antiga. A antiguidade celebrou profunda e fortemente a noção de amizade, e quase que a levou para a cova. Isso construiu uma vantagem sobre nós: podemos-lhe opor o amor ideal do sexo. Todas as grandes coisas que foram realizadas pela humanidade antiga radicaram no facto do homem se encontrar ao lado do seu semelhante; e que nenhuma mulher conseguiria ultrapassar o objecto do amor mais próximo e alto, ou mesmo o ser o objective último - como ensina o sentimento da paixão. Talvez por causa disso, as nossas árvores não crescem muito por causa da hera e da vinha que nela se enroscam”. (Tradução livre)

FAR

2 comentários:

Anónimo disse...

Isto é uma diletante e terrível ironia, no sentido de R. Rorty, sobre o qual se podia fazer um Blogue completo. Entretanto,onde pára o Maturino Galvão? Parece que eclipsou o meu nome de uma crónica sua: e eu já todo ufano a pensar, o mister TP tem mesmo classe porque apoia o FAR, olarilolé. FAR

Armando Rocheteau disse...

Enorme Far:
Não perdoas. Mister TP --vale a aposta ? -- resolvidos os problemas, volta. Não é de se ficar. Aguentas?