O novo secretário-geral da ONU, Ban-Ki-Moon, não condenou o enforcamento de Saddam, rompendo com a posição histórica da organização de condenação sem reservas da pena capital. Sinal dos tempos, as Nações Unidas aderindo à realpolitik, ou a confirmação de que ainda vamos ter saudades do brando e mole Kofi Annan, a verdade é que o coreano que agora toma conta dos destinos desse anacronismo utópico herdeiro do velho sonho de uma comunidade de nações livres, parece lá estar exactamente com esse propósito: o de acabar de vez com ele.
5 comentários:
... agora uns quantos funcionários da ONU vão ser acusados de andar a "papar" crianças onde deviam era dar-lhes "papa"...
Isto anda tudo às avessas!!!
São "capacetes azuis!
Em vez de defenderem...
atacam as crianças, com violações e abusos.
Desculpem lá... FODA-SE!
Meus Deuses: Deixem o homem governar. Mas que ainda deve ser mais pró-americano, lá isso deve. Não convém ter ilusões: o que nos salva, é que Bush e os seus inacreditáveis muxaxos- perderam grande parte do poder de fazerem mal... Mesmo com um sul-coreano à bota... Agora Wall Street manda muito mais do que a ONU. Já estive com o derradeiro do Stiglitz nas mãaos, edição americana. Avanti. FAR
Carissimo FAR:
E já leu o último Zizek, "Bem Vindo ao Deserto do Real"? Recomendo.
Cumprimentos
Qualquer semelhança com o descalabro intitulado "Sociedade das Nações" não é pura coincidência.
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