sábado, 6 de janeiro de 2007


ÁRVORE


Hoje estou debruçado sobre o precipício da História
Preparado para voar em direcção à História
Mas não o farei, enquanto os meus pés forem sólidas
Raízes, e me nutrir da seiva da Terra, chamada
Impropriamente de Amor,
Enquanto me sentir frondoso verdejar de Ser
Florir efémero cores cheiros esperança
Não o farei, mas observo
O precipício em sonho liberto
Quando as minhas flores perderem a cor
Libertar-me-á um dia quando apodrecer

1 comentário:

Anónimo disse...

Oh lua que vais tão alto
redonda que nem um tamanco
foi numa noite assim
que eu fugi da polícia