segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Estes é que eu queria na rua!


5 comentários:

9-9 disse...

Este é bom!
Dia 11, voto SIM.

Anónimo disse...

Do debate desta noite na RTP 1 ficou claro o que é a campanha do não.
A pergunta do referendo não tem resposta:
1. porque para o não a quetão é "pode interromper-se a gravidez?"
resposta - não.
2. porque se não querem a penalização da mulher, por um lado, por outro exigem o respaldo da repressão do Estado para impôr os seus valores éticos.
3. porque ignoram a chaga social e de saúde pública que é o aborto clandestino.
4. porque acham preferível que nasça uma criança votada ao desamor e à falta de direitos do que a gravidez interrompida até às dez semanas.
5. Porque para o "não", não está em causa a alteração do actual quadro legal mas tão só um desafio ao seu quadro de valores morais.
É preciso esclarecer os votantes que no dia 11 o que se pergunta é se deve haver mais uma alínea na lei em vigor com mais uma excepção à proibição da prática do aborto - quando a mulher interrompe a gravidez até ás dez semanas em estabelecimento médico autorizado.
Só e mais nada.
Eu estou de acordo com a DESPENALIZAÇÃO e com a ASSISTÊNCIA

Anónimo disse...

Informado dos argumentos do "não" que preconizam uma mortande de fetos a partir de meados de Fevereio, o Conde Dráculo anunciou que está a pensar em mudar-se da Transilvânia para o Castelo da Pena, em Sintra.
Diz que quando se levanta, no crespúsculo, o sangue de feto recém-abatido é melhor que Actimel.
Além disso, sublinha que é muito raro, pois na maior parte da Europa, nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália ou na Nova Zelândia a despenalização da interrupção voluntária da gravidez quase acabou com esse saboroso sangue vitamínico, que só não é um elixir da juventude porque ele não precisa.

Anónimo disse...

O problema é que só vai haver despenalização...assistência..0

Anónimo disse...

E já agora nos países europeus com legislação semelhante à que se pretende aplicar em Portugal mais de 50% das mulheres que abortam têm rendimentos familiares superiores a 65.000 euros? estranho...