quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Vem, assim, de mansinho.
Vem alumiar mais o sol deste meu cigarro
- iluminas meus olhos, tornas mais terna a manhã -
Assim, de mansinho, chegando como que do nada,
és a estrela que me ilumina,
um beijo profundo e terno.

Trópico amado.
A palavra depois do olhar.

De mansinho chegas e iluminas os meus olhos.
(Quisera um longuíssimo cigarro para perpetuar o momento...)

Tu,
a de olhos claros e pele morena com quem sonho, que vejo.

Aquela, a dos olhos da cor de um dia que nasce, da voz macia com a cor do trópico.

Amado trópico... onde repousa o meu desejo...

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