Daqui podemos pelo menos deduzir que: o "professor" que o Tomás Vasques imagina (e que o nosso Armando Rocheteau cauciona) não pensa, nem quer saber quem é, o remetente. Ele apenas se quer manifestar. O "professor" do Tomás e do Armando que quer, apenas e só, "manifestar-se", tal incauto desprevenido, assim como desta vez foi apanhado nas malditas correntes de SMS da CGTP, do PC, do BE, do PCTP, do POUS, ou do que mais se dedique a enviar SMS por razão alguma, pode, um destes dias, ser capturado pelas tramas terríveis dos SMS da extrema-direita: do PNR, da Juve Leo, do Grupo 1143. Pois este "professor", não sabendo bem porquê, sabe que se quer "manifestar". "Manifestar" é algo que faz o "professor". De algum modo constitui-se como "professor", ou seja, um ente contaminado pela espúria e pecaminosa presença do "aluno": um "contestatário"; um "manifestante". É a partir desta sabedoria que, avisadamente, a Ministra, o Tomás e o Armando nos previnem para a ilusão das "manifestações" de professores: umas atitudes vâs, tristes e manipuladas de gente convocada pelo primeiro SMS que lhes surja no telemóvel, a seguir ao que diz "maria, keres vir a festa d ze, rsponde p msg". Gente que não faz a mais pálida ideia do que se passa nos seus locais de trabalho. Aliás, como todos sabemos, as pessoas que trabalham não tem opiniões ponderadas sobre o que se passa nos seus locais de trabalho (porque estão enviesadas pelos seus interesses pessoais), nem entendem bem quais são os seus interesses (porque não percebem o que se passa nos seus locais de trabalho). É por isso que existem os especialistas, e a Democracia deve viver com os especialistas, dos especialistas, e para os especialistas. E mesmo que a realidade desminta os especialistas, o erro não é deles (pois são seres que analisam racionalmente a realidade), mas daqueles que, infelizmente, agem sobre ela, e assim estragam todos os modelos matematicamente estudados. E ainda quer esta gente pôr-se a protestar e a fazer "manifestações" convocadas por SMS... Um dia destes ainda os veremos a querer pensar o que só deve ser pensado pelos especialistas, e esse dia será o princípio da barbárie anti-democrática.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Manifestar-se faz o professor
Daqui podemos pelo menos deduzir que: o "professor" que o Tomás Vasques imagina (e que o nosso Armando Rocheteau cauciona) não pensa, nem quer saber quem é, o remetente. Ele apenas se quer manifestar. O "professor" do Tomás e do Armando que quer, apenas e só, "manifestar-se", tal incauto desprevenido, assim como desta vez foi apanhado nas malditas correntes de SMS da CGTP, do PC, do BE, do PCTP, do POUS, ou do que mais se dedique a enviar SMS por razão alguma, pode, um destes dias, ser capturado pelas tramas terríveis dos SMS da extrema-direita: do PNR, da Juve Leo, do Grupo 1143. Pois este "professor", não sabendo bem porquê, sabe que se quer "manifestar". "Manifestar" é algo que faz o "professor". De algum modo constitui-se como "professor", ou seja, um ente contaminado pela espúria e pecaminosa presença do "aluno": um "contestatário"; um "manifestante". É a partir desta sabedoria que, avisadamente, a Ministra, o Tomás e o Armando nos previnem para a ilusão das "manifestações" de professores: umas atitudes vâs, tristes e manipuladas de gente convocada pelo primeiro SMS que lhes surja no telemóvel, a seguir ao que diz "maria, keres vir a festa d ze, rsponde p msg". Gente que não faz a mais pálida ideia do que se passa nos seus locais de trabalho. Aliás, como todos sabemos, as pessoas que trabalham não tem opiniões ponderadas sobre o que se passa nos seus locais de trabalho (porque estão enviesadas pelos seus interesses pessoais), nem entendem bem quais são os seus interesses (porque não percebem o que se passa nos seus locais de trabalho). É por isso que existem os especialistas, e a Democracia deve viver com os especialistas, dos especialistas, e para os especialistas. E mesmo que a realidade desminta os especialistas, o erro não é deles (pois são seres que analisam racionalmente a realidade), mas daqueles que, infelizmente, agem sobre ela, e assim estragam todos os modelos matematicamente estudados. E ainda quer esta gente pôr-se a protestar e a fazer "manifestações" convocadas por SMS... Um dia destes ainda os veremos a querer pensar o que só deve ser pensado pelos especialistas, e esse dia será o princípio da barbárie anti-democrática.
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23 comentários:
Divulgação
Novo Blog sobre Educação - "Massa Mansa"
www.massamansa.blogspot.com
Foda-se, André, sim senhor! Grande resposta!
Farto dessa perspectiva de "o zé não liga nada à política e quem liga ou é um manhoso ou um manipulado" ...
Olha André estás enganado.
A barbárie anti-democrática começa quando não se sabe o que é a Democracia. Aqui e na rua.
Não me parece que pretender condicionar, de fora e à má fila, uma reunião partidária seja exemplo de comportamento aceitável. Não me parece que a Fenprof (ou outra organização profissional) tenha alinhado.
Dito isto vou sair para dar aulas.
"Dito isto vou sair para dar aulas." [...] , que "a minha política é o trabalho."
Armando, a questão não é a manif em si, que pode ser totalmente criticável.
A questão é dizer-se, como faz o Tomás, que os profs são uns tontinhos a seguir sms anónimos, sem saber o que fazem. É desvalorizar o que o desagrada através de ataques ad hominem. Na verdade o post do Tomás é totalmente pulha, e lamento que o tenhas publicado no nosso blogue.
Tárique, prezado ex-aluno da Manuel Teixeira Gomes. Sei que é ambientalista, gosta de campismo selvagem e anda de bicicleta. Permita-me que o aconselhe. Vá pedalar para a c. da sua tia.
André, não tens que lamentar o que eu publico. Ataque ad hominem fizeste-me tu quando te referes a mim em post, quebrando inclusive as poucas regras que estabelecemos neste blogue. Reparo que às 2.17 ainda estás ressacado. Lê o que diz o Arrastão sobre este assunto e toma um Guronsan.
Abraço
A intelectualidade a baixar de
nível! Oh Armando: um professor
mandar alguém ir "pedalar para a
c. da sua tia"... é muito baixo.
Vá lá: sê razoável!
Armando Rocheteau, engana-se: não suporto campismo selvagem e muito menos sou ambientalista.
Permita-me deixar-lhe um conselho, decerto mais valioso do que o que me deixou a mim. É uma citação de Confúcio:
As invectivas só desonram o seu autor.
Oh anónimo serei um intelectual sartreano. Trai desta vez o pensamento em detrimento da acção. Mea culpa subiu-me a mostarda ao nariz.
Valoroso Tárique, nobre guerreiro, fui eu que linkei o seu blogue e tenho-o lido. Falhei no seu ambientalismo e no campismo (embora os seus posts me tenham induzido em erro. Acertei na bicicleta.
Tenho muitos anos de professor e alguns de delegado sindical. Bem sei que não valem argumentos de autoridade. Sei do que falo e o meu post surgiu como provocação a um post do Fernando Rebelo.
Já agora deixe o Confúncio, que esteve sempre ao lado do Imperador (cf. Etiemble) e dedique-se ao taoismo, ainda que tenha de arranjar um nick menos bélico.
Viva a polémica. Polémica à portuguesa...tourada à espanhola!!!
Nós queremos tudo transparente, sem controlo prévio nem artimanhas teleguiadas...A minha pena é o Abrupto do JPP não ter a coragem de ser aberto e sublime na pedagogia da Liberdade de Expressão.A GLQ Limiano também faz censura prévia ideológica,se bem o percebi.Exorto todos ao máximo de liberdade e libertinagem: Eu que tenho sido o mais impenitente e corrosivo dos críticos-sem-control de espécie nenhuma, como é por todos sabido,claro!Amigos, temos que comemorar a morte de Gabriel Mourato, o " Simão,Boca Negra ", anarquista, que esteve exilado em Paris e, em Lisboa, fundou o Acção Directa. Sem crítica, não existe Liberdade(s). FAR
Armando:
«Ataque ad hominem fizeste-me tu quando te referes a mim em post, quebrando inclusive as poucas regras que estabelecemos neste blogue»
1- Não é um ataque ad hominem, é um ataque ao que está escrito no post. E tu conheces muito bem a diferença entre uma coisa e outra.
2- Essas regras já foram quebradas, e tu sabes quando e por quem.
3- Ao contrário da minha argumentação, em que não encontras um único ataque ad hominem, reparo que tu já vais nuns quantos, o último contra mim (o "ressacado"). É curioso como a estratégia é a memsa que usa o Tomás (e que, já agora, está sempre a usar o governo): são os profs que vão às manifs sem saber porquê, sou eu que escrevo "bebado".
4- Eu não vou estar a fazer disto nenhuma "crise" no blogue (não tenho paciência nem dou assim tanta importância a isto), e nem sequer me pretendo aborrecer contigo. A razão porque respondi em post expliquei-a nos comentários ao teu post. Não podia deixar passar uma coisa tão grave sem responder com o mesmo destaque. Chama-lhe um "direito de resposta".
Abraço
Ok André fumemos o cachimbo da paz e bebamos à amizade. Mas associares-me a um post pulha também não foi de bom gosto e o TV, que não conheço, também o não merece.
Abraço
Alguém falou no grande Manuel Teixeira Gomes?!
Caro Armando, prezo em ver que já vem mais calmo, apesar de continuar sem argumentos para defender o indefensável post que citou (se excluirmos o delicioso "Sei do que falo!").
Se não leva a mal, vou fazer pouco dos seus conselhos. É que o primeiro que me deu caiu-me mal (e nem imagino como teria caído às minhas tias, que, veja lá, até são professoras).
Olá Ana Critina. Falou-se do Manuel Teixeira Gomes a propósito de uma E.S. de Portimão. Aproveito para dizer que me sinto em dívida para contigo. Podemos, um dia destes, tomar um chá e falar de literatura?
Caro Tárique. Aprecio a sua actual moderação. Não conte, por favor, os termos desta polémica às suas tias (que calculo senhoras de bom gosto avessas à perturbação de reuniões partidárias). Passei-me quando me disse que a minha política era o trabalho (entendi como insulto para salazaristas).
No post anterior disse que estarei disponível para debater as questões da Educação. Apareça sem vestes de guerreiro.
Armandinho, és um "charmeur" incurável:)
anónimo, ser charmeur não é defeito, antes pelo contrário
armando, bebamos chá, convidemos o chapeleiro louco e falemos, pois, sobre o grande Manuel Teixeira Gomes
Quem disse que era defeito? Ou noto uma "pontinha de não sei do quê" ? :)))
só se for em francês...
Honni soit qui mal y pense !
c'est... c'est... pouff!
pouff, pouff também para si:))
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