quinta-feira, 4 de março de 2010

Da importância de pensar

O Filósofo percebeu logo no século IV A.C. (note-se há quanto tempo é que isto foi!) que o estado epistemológico do "senso comum" perante as "coisas que aparecem" é o da confusão. Isto quer dizer, antes de mais, que é preciso fazer uma merda de um esforço para perceber as coisas; e isso devia de algum modo (se as coisas fossem assim tão simples - ó se fossem!), "obrigar" a que, pelo menos os praticantes da Theoria (ou seja, nós, os ociosos que não temos mais nada que fazer), conseguissemos raciocinar um pouco além das adesões políticas. Acrescento que a questão das "adesões políticas" é, na minha modestíssima opinião, uma questão essencialmente estética. Entende-se ou não? Também eu sou e serei, para sempre e até ao momento da minha morte, de Esquerda!

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