sábado, 17 de novembro de 2007

Articulista do Wall Street Journal desaconselha o bombardeamento do Irão porque existem dissensões no topo do poder da mullahcracia

Esta é o máximo: não há niilistas, cripto-nietschianos, fernandistas, solistas que me agarrem. Na selva dos Blogues luto. Incito toda a gente a participar, a criticar, a dar a cara. Andamos nisto para acelerar o bom gosto, a libertinagem. Eu não quero liderar coisa alguma. Quero como Makhno ajudar a libertar, a fazer felizes todos quantos o poder tenta aniquilar, por ínvios caminhos. A Fox do Murdoch, aquela intolerável cadeia de intoxicação gwbushista parece que vai fechar. Será que os Clinton irão de novo para a Casa Branca? E, por isso, o Murdoch acelera o seu alinhamento e desfaz-se dos mais-do-que gwbushistas de vómito? Mas, a melhor deste dia 16 de Novembro, é que o Wall Street Journal, recentemente adquirido por Murdoch, publica um artigo de análise e enquadramento sobre o Irão, tudo sobre a estrutura e relações de poder dos Guardas da Revolução, onde é aconselhado que não se bombardeie o país dos mullahs, por ser contraproducente.

O artigo, escrito por um sociólogo residente em França, Amir Thaeri, analisa pormenorizadamente a força virtual dos Guardas da Revolução. Os seus efectivos, o seu enorme poder económico e o capital investido na subversão xiita no Médio Oriente, o que nos provoca: 1 bilião e 200 milhões de dólares por ano . Vocês já pensaram nisto? Só no Líbano, o Irão já investiu mais de 20 biliões de dólares para a manutenção da frente armada contra Israel, desde 1983.

"A few Islamic Revolutionary Guard Corps (IRGC) commanders, including some at the top, do not relish a conflict with the USA, that could destroy their business empires offering Iran victory on the battlefield. There is no guarantee that, in a major war, all parts of the IRGC would show the same commitment to the system. (...) A blanket labeling of the IRGC as " terrorist " as opposed to targeting elements of it that terrorize the Iranian people and others in the region and beyond, could prove counterprodutive". Tudo nos conformes, como diria o outro.

FAR

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