sábado, 29 de setembro de 2007

PSD (Expresso de 29/09/2007)

“O ‘mais português de todos os partidos’ sofre de crónicos males portugueses: a incapacidade de viver longe do poder e das suas benesses; a impaciência dos que acreditam que o sucesso não precisa de trabalho, tempo e talento; a tentação de imaginar que a agitação oca e a guerrilha permanente e sem sentido podem esconder a faltade substância das ideias e dos programas.”
Miguel Sousa Tavares

“ (...) Acima de tudo, a campanha mostrou – até pelo escassíssimo envolvimento da suposta ‘inteligentsia’ do partido – que o PSD não sabe o que fazer com Sócrates além de gritar muito com ele e de esperar que se estatele. É pouco como programa e, como estratégia, quase nada”
Fernando Madrinha

“Era esta a época que o Governo mais podia temer: ocupado pelos trabalhos da presidência da EU, a agenda do país sempre um pouco mais ao abandono, poderia a oposição aproveitar.
A oposição aproveitou para fazer umas eleições internas e os candidatos aproveitaram as eleições para se destruírem mutuamente. José Sócrates terá aproveitado a ocasião para se rir a bom rir.”
Editorial

2 comentários:

ana cristina leonardo disse...

para quê 3 citações distintas se todas elas se repetem, expressando não mais do que o óbvio? a não ser que seja para explicitar isso mesmo - que pouco ou nada mais do que o óbvio se imprime hoje

Armando Rocheteau disse...

É isso, Ana Cristina.
Nada como sublinhar o "que pouco ou nada mais do que o óbvio se imprime hoje"