Não obstante a crise provocada pelo aumento do combustível e subsequente agravamento do custo de vida, a vida nocturna da capital tem registado uma actividade cada vez mais crescente na área dos espectáculos e entretenimento, passando pelos restaurantes e locais de diversão a abarrotar de citadinos e também turistas que nos visitam) em demanda de Maputo by night.
De entre muitas atracções que a cidade de Maputo oferece, existe um local sui generis que é, sem dúvida, o “Chez Rangel Jazz-Bar Café” que, todos os sábados, agrega um público heterogéneo num ambiente democrático e descontraído em ameno e franco convívio.
Situado na baixa da cidade, no interior do belo e imponente edifício da Estação dos CFM , o “Chez Rangel Jazz Bar Café” logo se tornou, aos sábados, em ponto de encontro da intelectualidade da praça e não só. Assinalamos ainda um público entusiasta que gosta da música de Jazz, e que todos os sábados sentados a menos de “um metro dos músicos, vão aplaudindo calorosamente os solistas nos seus improvisos, incentivando-os a dar o melhor de si mesmos”.
Músicos
A “B. Band”, o grupo que actua regularmente no “Chez Rangel”, proporcionou-nos uma boa actuação musical executando temas clássicos e modernos dos grandes compositores do mundo do Jazz, tais como Duke Ellington, Charlie Parker, T. Monk, Gillespie, Miles Davis, Chick Corea e ainda temas de António Carlos Jobim. Queremos ainda destacar o solismo criativo de Baloi no alto-saxofone, Guilherme no trompete e Baba na sua guitarra. Apesar de notuação da secção rítmica (baixo e bateria) a cargo de Marcelino e de D. Nhavene ainda ha que trabalhar muito para marcar e vincar mais a pontuação e intensidade rítmica.
Quanto ao repertório de sábado último achamos que se podia tocar menos números de bossa, (não temos nada contra o bossa) e mais Jazz.
De entre muitas atracções que a cidade de Maputo oferece, existe um local sui generis que é, sem dúvida, o “Chez Rangel Jazz-Bar Café” que, todos os sábados, agrega um público heterogéneo num ambiente democrático e descontraído em ameno e franco convívio.
Situado na baixa da cidade, no interior do belo e imponente edifício da Estação dos CFM , o “Chez Rangel Jazz Bar Café” logo se tornou, aos sábados, em ponto de encontro da intelectualidade da praça e não só. Assinalamos ainda um público entusiasta que gosta da música de Jazz, e que todos os sábados sentados a menos de “um metro dos músicos, vão aplaudindo calorosamente os solistas nos seus improvisos, incentivando-os a dar o melhor de si mesmos”.
Músicos
A “B. Band”, o grupo que actua regularmente no “Chez Rangel”, proporcionou-nos uma boa actuação musical executando temas clássicos e modernos dos grandes compositores do mundo do Jazz, tais como Duke Ellington, Charlie Parker, T. Monk, Gillespie, Miles Davis, Chick Corea e ainda temas de António Carlos Jobim. Queremos ainda destacar o solismo criativo de Baloi no alto-saxofone, Guilherme no trompete e Baba na sua guitarra. Apesar de notuação da secção rítmica (baixo e bateria) a cargo de Marcelino e de D. Nhavene ainda ha que trabalhar muito para marcar e vincar mais a pontuação e intensidade rítmica.
Quanto ao repertório de sábado último achamos que se podia tocar menos números de bossa, (não temos nada contra o bossa) e mais Jazz.
in "SAVANA, semanário independente moçambicano" 29.07.05
(artigo não assinado)
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