quinta-feira, 27 de maio de 2010

A ver azul...

Como se fosses o meu tecto. O meu abrigo. Como se fosses (quem sabe?...) o último reduto.
Nos teus olhos.
Amanhã, talvez...
Nos teus cabelos.
Talvez outro dia...
Na incerteza dos teus braços.
Irei ao teu encontro.
Numa espera cada vez mais desesperada.
Amanhã?

5 comentários:

Anónimo disse...

Este tambem tem a mania que é poeta, como o outro...

Táxi Pluvioso disse...

Está a passar o efeito Oh!bama (outras cores se vê que não só preto).

Anónimo disse...

vocès são uma cambada de cinícos!a vida as vezes é a vida!

Anónimo disse...

Não quero ser cínico, mas não é melhor o FR esperar sentado? Ou talvez ir plantar nabos? Não escrever e tomar um xanax evita tanta incerteza e faz melhor à saúde e impede tanto desespero, para não falar do ver azul. Recomenda-se a mesma dose ao sr. administrador.

Anónimo disse...

o sr administrador não toma xanax. prefere o lápis azul.