quarta-feira, 4 de junho de 2008

Milan Kundera: A reflexão romanesca de Musil e Broch


" A reflexão romanesca, tal como Broch e Musil a introduziram na estética do romance moderno, não tem nada a ver com a de um cientista ou a de um filósofo; diria mesmo que é intencionalmente a-filosófica, mesmo anti-filosófica, isto é, deliberadamente independente de qualquer sistema de ideias preconcebido; não julga, não proclama verdades; interroga-se, intriga-se, sonda; a sua forma é das mais diversas: metafórica, irónica, hipotéctica, hiperbólica, aforística, mordaz, provocadora, fantasista; e sobretudo: não arreda pé nunca do circulo mágico da vida das personagens; é a vida das personagens que a abastece e a justifica ".
Milan Kundera, " Le Rideau, Essai en sept parties ". NRF-Gallimard, 2005
FAR

8 comentários:

Anónimo disse...

Já passaram 32 horas.Cadê a lista dos culpados?

Anónimo disse...

sim, cadê a lista?
Do movimento «Lista ou Morte», cisão de agora mesmo do movimento «Os anónimos unidos jamais serão vencidos»

Anónimo disse...

Qual Lista, qual carapuça ! Torno a repetir: Nas missivas que enviei ao Sr. Administrador- André Carapinha- nunca o alcunhei de filho de Goebbels e Hitler. Não tentem mais uma manobra de Diversão e atirar peira para os olhos, please!

Eu sou amigo do Pai do sr. Administrador, que é uma pessoa de alto quilate ético e de muita sabedoria profunda.Muita atenção!

Discutam ideias, projectos e não passem o V. Tempo a tornarem-se Escravos de Sócrates e da Ferreira Leite, K. Horror.... Arranjem processos de se libertarem do jugo dessa sociedade vergonhosa, desigual e miserável onde se sobrevive cada vez pior, please! Ou querem ser e continuar a Ser Escravos? FAR

Anónimo disse...

Bora fazer greve?

Anónimo disse...

Amigo do pai do Sr. Administrador é já um cargo nos tempos que correm. Parabéns.

Anónimo disse...

Greve a quê? Ao FAR? À penca?

Anónimo disse...

uns dias sem klicar e olha a animação que prá qui vai. mas perco-me: o que é isso da penca?

José Pinto de Sá disse...

Mas perfeita, perfeita, perfeita seria uma discussão entre dois anónimos, em que um anónimo convencia outro anónimo a não dizerem mais nada, para ficar tudo anónimo até às derradeiras consequências. Assinado: Anónimo.
Quanto ao textículo, confeso que nunca achei gracinha nenhuma ao Kundera. Sempre me pareceu um daqueles achados das editoras, a aproveitar os noticiários televisivos: Com a Primavera de Praga veio o Kundera, tal como com Tiananmen veio o Gao Xingiian, et ainsi de suite...