sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Miss Cabra Velha

Para ajudar a formar a opinião dos indecisos, e dispensá-los dos debates televisivos, poucos, entre candidatos a P e a VP, propomos que seja apenas avaliada a componente feminina envolvida nos tickets do Burro e do Elefante.
Comecemos pela dupla democrata. A senhora de Obama vence em todas as categorias, menos em beleza. A senhora Biden ganha em beleza a anteriori e em ‘casal moderno’. O senador do Delaware (minúsculo e discreto estado que é de facto a maior e melhor institucionalizada operação global de money laundering) já foi conhecido pelo seu segundo nome, aquele que se segue ao varão Joseph: ROBINETTE.
A mulher do candidato REP, Cindy (McCain), ganhou o prémio Taxidermia 1912 e aparentemente não fala.
Por fim, Sarah Palin, a governadora do Alaska - já lá iremos ao frost bite -, não perde no confronto com todas as ‘professoras’ do cinema porno de LA.
Pelo que, perdoar-me-á a Meditação na Pastelaria, perde relevância o pensamento da Hockey Mom. (Uma boa dica para os produtores da Vivid e outras grandes casas cinematográficas da Costa Oeste).
Recomendando o excelente post sobre o Alaska, in Meditação na Pastelaria, aproveitava para contrapor com a impossibilidade de aquele gigante gelado se assumir como reserva, nem mesmo simbólica, de sanidade ou refúgio da insanidade global. Percebeu-o o Chaplin na Corrida do Ouro em Klondike e, melhor ainda, o brilhante Michael Chabon em “The Yiddish Policemen’s Union”: uma estória alternativa noir que está sendo passada à tela pelos irmãos Cohen.
Recomendamo-lo. Pesem embora os défices de conhecimento de Iddiche e Hebreu e, no nosso caso, do horrendo vício do Xadrez. Que é onde vamos parar se continuarmos a escrever estas merdas.

JSP

13 comentários:

Ana Cristina Leonardo disse...

«The Yiddish Policemen’s Union» é um livro do caraças, se me permites a expressão pouco adequada a uma crítica literária e certamente ainda menos a uma rapariga dada às modas e bordados. Mas saiu-me empolgadamente. É que a tua lembrança do Michael Chabon, lembrou-me que talvez ainda não esteja tudo perdido. Vou reler, posto de lado «The Last Frontier»

FAR disse...

Livres do Monstro de Estugarda, pelo menos até ao próximo estio, regalemo-nos com a ironia de fino coturno do JSP! FAR - o duende que caminha.

Anónimo disse...

Livrem-se sua chusma de mentecaptos de tentarem pelo insulto e a depravação mais miserável beliscar a suprema classe do FAR. V. não têm vergonha nenhuma: escravos miseráveis de tudo- do sistema socrático, da inacreditável mediocracia lusitana - sobretudo são os servis mais hediondos da violência de um sistema que vos agrilhoa e a que v. obedecem. Vão trabalhar para as Obras!!! Comité Pro-FAR

José Fernandes disse...

Para aguçar o apetite literário, transcrevo a resenha do editor Harper Collins, "The Yiddish Policemen's Union", de Michael Chabon, que apelidou de mágico da prosa.

"For sixty years, Jewish refugees and their descendants have prospered in the Federal District of Sitka, a "temporary" safe haven created in the wake of revelations of the Holocaust and the shocking 1948 collapse of the fledgling state of Israel. Proud, grateful, and longing to be American, the Jews of the Sitka District have created their own little world in the Alaskan panhandle, a vibrant, gritty, soulful, and complex frontier city that moves to the music of Yiddish. For sixty years they have been left alone, neglected and half-forgotten in a backwater of history. Now the District is set to revert to Alaskan control, and their dream is coming to an end: once again the tides of history threaten to sweep them up and carry them off into the unknown.

But homicide detective Meyer Landsman of the District Police has enough problems without worrying about the upcoming Reversion. His life is a shambles, his marriage a wreck, his career a disaster. He and his half-Tlingit partner, Berko Shemets, can't catch a break in any of their outstanding cases. Landsman's new supervisor is the love of his life—and also his worst nightmare. And in the cheap hotel where he has washed up, someone has just committed a murder—right under Landsman's nose. Out of habit, obligation, and a mysterious sense that it somehow offers him a shot at redeeming himself, Landsman begins to investigate the killing of his neighbor, a former chess prodigy. But when word comes down from on high that the case is to be dropped immediately, Landsman soon finds himself contending with all the powerful forces of faith, obsession, hopefulness, evil, and salvation that are his heritage—and with the unfinished business of his marriage to Bina Gelbfish, the one person who understands his darkest fears."

homem verde disse...

o comité Pro-FAR já está irritado! Tremem-lhe as mãos e, repete-se...

Anónimo disse...

Aquela rã verde de caganço, viscosa e horrenda, inchada que nem um balão prestes a arrebentar e a intoxicar o mundo, ainda por aqui anda? Caramba! E não lhe peçam para fazer traduções, que saiem das automáticas!!!

Anónimo disse...

Sua cobarde infâme, sua sacripanta sem eira nem beira, o nosso FAR manda-a dar uma curva, sim, dar uma curva ao bilhar grande, depois de ter dado cabo do Blogue. Não se sirva das imagens da Zazie que lhe assentaram, à crítica de Modas& Bordados, que nem uma luva, há longos meses na Aspirina, sua ignóbil e dúplice criatura cariada e peçonhenta. Agora escreve banalidades literárias na Meditação e abandalha cinicamente este " brinquedo " esquizofrénico do sr. Rocheteau...Comité pró-FAR

Anónimo disse...

E o sapo desdentado onde é que anda??

Ana Cristina Leonardo disse...

Ao Comité pró-FAR:
Não costumo falar com imbecis, mas no caso é para darem um recado ao FAR.
Ele que é um leitor de psicanalistas, incluindo Lacan que, confesso, o meu pobre QI não alcança, devia saber que a paranóia é um distúrbio por demais estudado. Por isso, se em cada anónimo ele vê uma crítica de modas & bordados, aconselho-o vivamente a que se deite num sofá e fale, fale, fale. Ou seja, destile o veneno todo. No consultório. Porque a próxima vez que me vier insultar aqui, e que a coisa ultrapasse a crítica às minhas ideias (que as tenho, embora, claro, incomparáveis às profundas ideias dele), ou aos jogos de humor inteligentes (a boçalidade nunca fez o meu género), arrisca-se mesmo a levar um par de galhetas, como se diz na minha terra.
Para resumir: tenho nenhuma paciência para conversas de porteira e para promiscuidades. Públicas ou privadas.
Por fim, digam-lhe isto da minha parte: «Get a Life». Se ele não perceber inglês, que pergunte à mulher ou a algum membro do comité pró-FAR. Obrigada.

Anónimo disse...

Bem nos parecia que a crítica de Modas & Bordados anda há seis meses a destruir/"avacalhar cientificamente o blogue, do qual o FAR saiu por lhe ser insuportável
pactuar com tais ignominias.E há seis meses ele, o FAR, é citado,glosado, parafraseado por quem não tem vergonha nem classe para deixar de massacrar o nosso ídolo. Comité Pro-FAR

Anónimo disse...

Ana Cristina Leonardo, BOA!FORÇA! Só um detalhe: o comité pró-FAR não é o FAR? E esse monstro não merece a sua atenção...nem a nossa! nem o seu par de galhetas!!!

Anónimo disse...

A crítica de Modas & Bordados é que provoca- sem dignidade, nem nivel- o nosso ídolo, o autor preferido das glosas e comentários do Blogue. Ele é verdadeiramente um monstro da natureza humana, como dizia o Cervantes e lembrou o Jorge de Sena.Ninguém lhe chega aos calcanhares, ele que anda agora a reler tudo do Badiou e Sade.Deixem-no trabalhar, pois, o nosso ídolo, detesta injustiças e farsantes. Ela, a crítica de M&B,que faz parte da terrível Legião de Desgraçados, na douta expressão de M. Sousa Tavares, revela também uma falta de sentido político descomunal, a recordar os tempos que passou tarimbando na asquerosa UDP!O " socrático " Rocheteau esta-se marimbando, logo que o " socratismo " seja inalterável...Comité Pró-FAR

Ana Cristina Leonardo disse...

UDP é o novo pseudónimo do FAR?