sexta-feira, 20 de julho de 2007

Nós é que produzimos a riqueza, e que pensamos como deve ser

A esquerda é uma cambada de ignorantes e preguiçosos (nos comentários):

«É de resto uma constante nas esquerdas (e nalgumas direitas) a pronúncia pública sobre assuntos que não dominam. Veja como sendo contra o capital (o dos outros, já que nunca produziram nenhum) sobre ele abundantemente escreveram. Veja como sendo contra o estado (o dos outros, porque o que herdaram, delapidaram em poucos anos - o caso da URSS sendo o mais evidente), sobre o mesmo tanto discorreram. Veja como sendo contra a propriedade privada (a dos outros, porque nunca foram capaz de ganhar honradamente alguma) tanto contra ela escreveram e se assanharam. Veja adicionalmente como alarvemente se pronunciaram sobre a família, o papel da violência, a ditadura do proletariado.... Um bom esquerdista pronunciar-se-á sobre tudo e em abundância. O que nunca fará é ficar calado.»

3 comentários:

Anónimo disse...

O mais espantoso da Direita, desde a estúpida (como a do autor deste extracto), à esperta e à inteligente, é que repisa e volta a repisar sempre os mesmos temas, incapaz como é de uma dinâmica de futuro porque, se o fosse, não seria Direita.

O sinal mais clarividente da ideologia retrógrada é a evocação que faz dos seus fantasmas a propósito de tudo e de nada. Se não comes a sopa (isto é, se não te aproprias das mais-valias que os outros produzem) vem o papão comunista que até te come a tigela.

Não há por aí uma alma caridosa que explique a estes mentecaptos que a queda do muro de Berlim foi no século passado.

Anónimo disse...

"... queda do muro de Berlim foi no século passado."

A sério ? Tem mesmo a certeza ? A ler o seu post fica-se com a sensação que o muro ainda está de pé !

Anónimo disse...

Sr. Infidel:
Só agora, dia 23, 22 horas, é que vi o seu comentário ao meu comentário que, em termos bloguísticos, também já é do século passado.

Tanto paleio para lhe dizer que a sua esperteza saloia ou os seus antolhos não lhe permitem distinguir marxismo de estalinismo.
Uma confusão muito útil, na verdade.

Costumo dizer que quem perde a razão perde... a razão.

Mas estou farto e refarto de peralvilhos de ideias feitas que engolem tudo o lhes põem no prato sem se questionarem, ao menos, do que é feito o cozinhado, para não falar de que se deve saber, sobretudo, quem é o cozinheiro.

Mas o Sr. é, obviamente, um "gourmand", apesar de se dar ares de "gourmet".

Passe bem!