quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Soneto para Iracelma

A canela tem um corpo e um som de gargalhada.
Iracelma, cor de canela, é a alegria.
Um sorriso de canela com cheiro a terra molhada.
Alegra-me, sorridente canela, alegra-me o dia.

Escurece a canela de Iracelma, quando zangada.
Ilumina-se, quando alegre, como uma fresca melodia,
esta canela da Vida apaixonada.
Levanta-se o Sol quando sente Alegria.

Mostra-me sempre, canela, o teu sorriso
é tudo quanto preciso...
Deixa-me ouvir, canela, a tua voz.

Canela, flor bonita, eu te aviso:
não percas nunca esse teu riso
porque ele é o Sol de todos nós.

6 comentários:

Anónimo disse...

...
Olha que coisa mais linda,
mais cheia de graça
É ela menina
que vem que passa
Num doce balanço
caminho do mar

...
Gostei muito do seu poema; trouxe à minha lembrança acordes de ritmos ondulantes e quentes. Muito bonito.

maria

Anónimo disse...

Gostei bastande do soneto professor!
Principalmente porque (provavelmente) conheco a Iracelma - lá da escola...

Nelson Ngungu Rossano

Anónimo disse...

Gostei Fernando!

Será que a Iracelma sabe que é de canela?
Será q a canela se saboreia a si prória como tal?

abraço

Anónimo disse...

abraço da gabriela... no comentário anterior.

ainda n percebo mt como isto funciona nem isto como eu me processo.


gabriela

Anónimo disse...

Adorei encontrar um poema tao lindo para Iracelma, especialmente porque eu sou uma Iracelma...beijos de Londres!

Anónimo disse...

Lindo soneto, tanto porque, traduz o que sou, sou Iracelma e amo como sou!
Um grande abraço,Iracelma- Taubaté-SP