O NY Times narra os falsos alertas vividos nas expôs de automóveis de Detroit e de Paris neste Outono 2006...
A entrada da China na OMC, há perto de dois anos, introduziu uma nova dinâmica no " atelier " do Mundo. Depois dos electro-domésticos e dos PC´s rudimentares, dos sapatos e dos têxteis multimodos, os empresários e a locomtiva do partido-Estado chinês resolveram virar-se para o despertar da indústria automóvel. Com o agridoce da conhecida rivalidade triangular entre os EUA- a União Europeia e o Japão com a Coreia do Sul. Nem tudo é fácil, porque o mercado está cada vez mais concentrado e os rivais têem quotas de mercado dificéis de igualar sem colossais investimentos em unidades de raíz. E depois há que esperar pela fornada de novos engenheiros a licenciarem-se fora da China.
O desafio está lançado até porque a Daimler-Chrysler e a Honda, já têm linhas de montagem in loco na província chinesa a acopular veículos para exportar... e para venderem localmente. O baixo de gama não pega: por causa do mercado de usados ter disparado e do processo de garantias funcionar muito melhor. Tudo isto é objecto de um artigo-reportagem em directo na edição de hoje do NY Times, num extenso e articulado artigo escrito por Keith Bradsher.
Fundamentalmente, os empresários chinesem- já existem os construtores Geely, a Chery, a Shangai Automotive e a Nanjing Automobile- têm que investir muito em fábricas e nos cursos de electrónica e mecânica automóvel, com ou sem a ajuda dos " instrutores " do exército chinês, sinaliza o jornalista. A Honda e a Daimler-Chrysler constroem já em joint-ventures alguns utilitários na China quase exclusivamente para exportação no futuro imediato.
Os empresários e comerciantes ocidentais multiplicam os testes aos protóptipos que a Geely e a sua concorrente, a Chery, têm enviado para aprovação na Alemanha e nos EUA. De uma forma geral, os utilitários podem vir a ser comercializados mas, tão só, nos países de África e da àsia que colaboram com a China no capítulo das trocas comerciais fomentadoras. Só que o domínio mundial dos grandes construtores não lhes permitem sonhar com melhores mercados. Porque a Hyundai e a Kia fazem muito bem esse serviço e a Toyota e a Honda disputam palmo-a-palmo todo esse segmento de vendas popular de grande êxito nas citadas paragens orientais.
Os construtores chineses são mesmo alvo de desfeitas da parte dos congéneres estrangeiros, especialmente os japoneses, que como possuem uma enorme e ganhadora experiência os amordaçam e subalternizam. Os japoneses jogam com os dispositivos sofisticados- que os chineses não têem por hora, e por isso agradam a todos os parceiros comerciais dos exigentes mercados norte-americano e europeu, salienta o jornalista.
FAR
Sem comentários:
Enviar um comentário