"...prometi a mim mesmo dignificar as profissionais do amor e nunca mais chamar filho da puta a quem não o merecesse. Filho de Alá pareceu-me um insulto muito mais contundente."
Luís Sepúlveda, Diário de Um Killer Sentimental, trad. Pedro Tamen, Público
Post dedicado aos meus amigos do Savana
1 comentário:
Tenho de reflectir. Eu que nunca permiti sequer calão soft à prole {"gajo" está fora de questão na minha presença}, como é que reagirei a isso? Mas acho que não se atrevem. Donde nunca poderei reagir. Nem bem, nem mal.
Sou da pátria do "vernáculo", mas o patriotismo não é a minha principal qualidade.
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