sexta-feira, 17 de março de 2006

"...prometi a mim mesmo dignificar as profissionais do amor e nunca mais chamar filho da puta a quem não o merecesse. Filho de Alá pareceu-me um insulto muito mais contundente."

Luís Sepúlveda, Diário de Um Killer Sentimental, trad. Pedro Tamen, Público

Post dedicado aos meus amigos do Savana

1 comentário:

maloud disse...

Tenho de reflectir. Eu que nunca permiti sequer calão soft à prole {"gajo" está fora de questão na minha presença}, como é que reagirei a isso? Mas acho que não se atrevem. Donde nunca poderei reagir. Nem bem, nem mal.
Sou da pátria do "vernáculo", mas o patriotismo não é a minha principal qualidade.