segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Coisas que podem correr mal em 11 de Fevereiro

Confesso: não estou nada optimista quanto ao referendo sobre a IVG. Não acredito neste povo inculto, analfabeto e hipócrita. Não confio nos portugueses; acho-os demissionistas, conformados, pior, mesquinhos e ignorantes. Enquanto a campanha do Sim tenta apelar à razão das pessoas (erro terrível), explicando que o que se trata não é de aprovar ou condenar o aborto, mas de o despenalizar, e assim evitar que sejam julgadas e presas as mulheres que são obrigadas a ele recorrer, o Não acena com cenários apocalípticos de assassinatos em série de bebés, perfeitos para convencer os palermas, com fortissimas razões morais, o bem e o mal, que tão fundo calam em gente sempre pronta a apontar o dedo ao próximo, e com velhacos argumentos economicistas sobre o custo de uma IVG e o seu peso nos nossos impostos, melodia para os ouvidos de novos-ricos avarentos. A campanha do Sim mostra que, de facto, não conhece os portugueses, assim dando razão de forma paradoxal a uma acusação repetida da beatagem proibicionista. E a razão é mesmo a que a beatagem aponta: é composta por meia-duzia de intelectuais "da cidade", gente esclarecida e informada. Como podem conhecer o sentir do Portugal profundo? O que vai à Igreja, que fala mal dos vizinhos enquanto faz o mesmo que eles, que ostraciza o que é diferente, que mata por causa de disputas de terras, que bate na mulher e nos filhos, que expulsa os "paneleiros" da terrinha, que vota no que o sr. padre manda? Na minha opinião, melhor faria o Sim se jogasse no mesmo tabuleiro, a ver se abria os olhos dessa gente, usando slogans que eles (talvez) percebessem, assim como: "Já perguntou à sua mãe quantos abortos fez?", ou "Tem a certeza que a sua filha nunca abortou em Badajoz às escondidas?".

32 comentários:

Anónimo disse...

Abram os olhos... e DEPRESSA!!!
«mini---spam»

---> O Estado Alemão vai dar 25 mil euros por cada criança que nasça a partir de 1 de Janeiro de 2006.
---> Enquanto a taxa de natalidade das nativas europeias poderá subir para os 2,1 filhos por mulher...... a taxa de natalidade de não-nativas europeias [exemplos: africanas, árabes,...] - já com nacionalidades europeias - subirá para... 4, 5, 6,... filhos por mulher.

---> Todos Diferentes!... Todos Iguais!...
---> Isto é, todos os Povos do Planeta - inclusive os de menor rendimento demográfico, inclusive os economicamente menos rentáveis - devem possuir o Legítimo Direito de ter o SEU espaço no Planeta.
...... assim sendo......
apesar das mulheres europeias serem das mais exigentes do Planeta... no entanto... os europeus possuem o legítimo Direito de ter o SEU espaço no Planeta!!!


---> É URGENTE constituir um movimento 'global' a nível europeu... no sentido de reivindicar o legítimo Direito ao SEPARATISMO ÉTNICO AUTÓCTONE (a divisão dos países):
------> 1) um espaço ( 50% ) de Competição Global: para os 'Globalization-Lovers';
------> 2) outro espaço ( 50% ) de Reserva Natural: será um espaço destinado à sobrevivência das Identidades Étnicas Autóctones.
{ -> ver blog separatismo-50-50 }


NOTA:
---> AGENTES INFILTRADOS 'aos montes'... pretendem que os Nacionalistas/Identitários marchem alegremente na direcção de um BECO SEM SAÍDA...

xatoo disse...

quem foi na fita de aceitar de bom grado o referendo?, do que é que estavam à espera?
de ser usados como arma de arremesso politico, pois claro!
Não havia maioria na Assembleia com legitimidade para votar a lei?
agora, com a ICAR metida no assunto, e com o descontentamento popular a convidar à abstenção, duvido muito que o SIM ganhe.
Acho bem! pois que ganhe o Não, que é para os do PSD/CDS se sentirem legitimados para contestar o governo P"S" e no Centrão se engalfinharem todos uns aos outros como os adeptos da bola,,, ou dos realitys-shows. Afinal é esse o verdadeiro país que (só formalmente) o socialismo "em liberdade" construiu srs Doutores.
abstenhamo-nos então,
assim como assim, quanto pior, melhor!

André Carapinha disse...

Já cá faltavam os xenófobos "light" desse blog asqueroso. Sinceramente, nem sei se não devia apagar o comentário... Mas talvez não, uma vez que é tão patético e ridículo que se define a si mesmo.

Xatoo: eu não concordo nada, mesmo nada, com a sua posição. Eu também penso que o assunto não devia ser referendado, por ser uma questão da ordem dos direitos humanos, mas uma vez que assim é, não podemos cair numa infantil de quase "fazer pirraça", e dizer "vêem o que fizeram? Agora aguentem-se". Esta atitude revela enorme falta de maturidade, e desconhecimento (no minimo) ou desrespeito (no máximo) pelo problema em si e por aquelas (e aqueles) que afecta. Há coisas mais importantes que simplesmente marcar uma posição. Quanto pior melhor? Não sei se concordaria, se uma familiar sua morresse ou tivesse complicações de saúde graves devido a um aborto clandestino...

FernandoRebelo disse...

não venhas com merdas, André...
a MERDA dos PS's não têm coragem.
São estas merdas que custam dinheiro e não dão em nada.
Não vou.
O beatério há-de organizar-se e vai em peso. Há-de ganhar mais uma vez o Não.
Ainda penso e ainda existo. Esta merda anda cada vez mais ingovernável e com uma grande falta de INDIGNAÇÃO.

André Carapinha disse...

Desculpa, Fernando, já discutimos isto antes, e reafirmo-te a minha posição:

Que o PS não tem coragem, é verdade, mas é uma coisa; que tu, o xatoo, ou quem quer que seja, não assumam as suas responsabilidades, e se demitam de decidir, é outra muito diferente.

O beatério vai organizar-se, pois vai, e nós, a fiar no teu exemplo, não parecemos nada organizados. Quem agradece estas querelas, a falta de unidade, e o agarrarmo-nos a principios sem pensar na questão essencial (atitude, aliás, tão típica da esquerda) é o cardeal patriarca, o CDS e o beatério em geral.

E por falar em custar dinheiro, esse argumento então parece-me não só pouco válido, como até muito perigoso. Já agora, acabemos com as eleições, também custam muito dinheiro, e se fores a ver, o que é que mudam?

Anónimo disse...

"Muita parra e pouca uva"!
Em que ficamos, afinal?

TAF disse...

Não conhecia o seu blog e vi agora dar uma espreitadela rápida na sequência de um comentário seu, muito sensato, no Blasfémias.

Acho que está a ver mal a questão do Aborto, principalmente porque se esquece que há muitos SIMs diferentes e muitos NÃOs diferentes.

Se tiver curiosidade, aqui fica o apontador para a minha opinião e, entre outras coisas, diversas citações (algumas de figuras públicas ;-) ) recolhidas em 1998:

O "mal menor"

Anónimo disse...

Um comentário sensato no blasfémias!? Valha-te isso André, porque este post é estupidamente e em crescendo insensato. Nem parece teu.

"Já perguntou à sua mãe quantos abortos fez?" não é uma boa frase de campanha, sequer é uma má frase, é péssima, de mau gosto e contraproducente. Que revela seres tu a não conhecer a gente da tua terra. Cheira a acusação, insinua as brincadeiras da mãe que, como sabes, em países católicos é virgem. Pior só chamares "filho da puta" ao pessoal.

E não é só a frase escolhida ser descabida, é toda a teoria que a suporta. Primeiro, o povo são os tolinhos e os não tolinhos, e olha que os últimos não são assim tão poucos. Tu és tolinho? Não. E tu, como eu, como a maioria dos que conhecemos são povo. Não tolinhos. Segundo, a influência da igreja na opinião popular sendo forte é cada vez menos dominante. Veja-se a este propósito um inquérito onde 50% dos portugueses acha que a influência da igreja em Portugal é demasiada. (O que nos obriga à pergunta, será que chamarmos constantemente a igreja à liça não lhe dará uma força que ela nem sequer tem?) Terceiro, e mais importante, independentemente do povo e da igreja que temos, o argumentário que suporta o SIM é de ordem social, por isso racional e inteligente, qualquer fuga a esta base é uma fuga à razão de ser do SIM, não faz sentido, cria contradições, é uma mentira. Assumamos que é um discurso não básico, as razões são muito mais complexas que um "não à morte", o que não significa que seja pensado somente por uma elite, porque não o é, como bem sabes.

Para finalizar uma pergunta. Acreditar na democracia permite-nos criar uma lei contra a vontade expressa da maioria dos portugueses?

luís

Anónimo disse...

Não há muita gente com tanto azedume por dentro como tu André.
Tu vais votar pelo sim? Ou vais votar contra o não? E contra os estereotipos todos que, quais fantasmas, assombram a tua imaginação?
Tu vais votar no sim com "racionalidade"?
Pois o teu texto mostra uma imensa e confusa sopa de emotividade.

Nós vamos votar não, porque acreditamos em coisas mais altas e mais profundas, do que um dia a dia mesquinho. Acreditamos que todas as pessoas (e até mesmo tu) valem muito. Mesmo que sejam maltratadas. Isto não é emotividade. É racionalidade. Porque morrer vamos todos um dia. Mas a vida que deixamos aos outros, tanto biológica como de sentido, essa não morre, e é o que nos torna humanos.

Um abraço André.

Armando Rocheteau disse...

Falemos de política. O PS do engº Sócrates tinha que ir para o referendo. Viver numa democracia implica que determinadas questões sejam, foi assim a história da IVG, referendadas. Foi esse o compromisso com os eleitores. Vença quem vencer, há problemas práticos para depois serem resolvidos. Pelo Governo. Eu voto Sim a 11 de Fevereiro. Terei toda a liberdade para tirar consequências da acção governativa. Mas, esse é um outro problema que surgirá mais lá para a frente.

Anónimo disse...

Dos jornais:

“O aborto é uma questão de ética da responsabilidade e não uma questão metafísica ou religiosa, ou sequer científica e pior resposta que pode ter é a jurídico-penal.”
Manuel António Pina, também autor de livros de infantis

“O aborto é uma decisão contingencial que ninguém encara com a alegria [ou leviandade] e apenas utiliza com muita mágoa, para tornar a vida pior do que ela é”
Clara Pinto Correia

Dos 27 países da EU (450 milhões de pessoas), apenas Portugal, a Irlanda e a Polónia penalizam com ferro e fogo a IVG. Os irlandeses e os polacos têm uma identidade nacional a defender, reafirmando-se como católicos para não se diluírem no anglicanismo, no protestantismo alemão e no ortodoxismo religioso russo.
Em Portugal, a aberração persiste apenas porque somos incapazes de um rasgo de inteligência.

E só um mentecapto, de mentalidade centrípeta e que se sente feliz (?????) no reino da hipocrisia (“És um gajo porreiro”, mas quando este vira costas, “o tipo é mas é um grande filho da puta”), da mentira e do obscurantismo é que não é capaz de ter uma conversa franca com a mãe, a irmã ou uma amiga (verdadeira, dificilmente terá) sobre o aborto e se já tiveram a infelicidade de ter de o fazer.

Não passam de uma amálgama de carnes e ossos sustentados por um ADN malparido que só vivem para infernizar a vida dos outros, pois têm medo de todas as mudanças progressivas e progressistas porque sabem que não têm lugar na modernidade.

Para esconderem a sua cobardia perante o futuro, atiram postas de pescada descongelada e falam do que não sabem. Se soubessem, o seu discurso, mesmo para defender o que pensam que pensam, seria outra loiça. Mas o barro de que são feitos é coalhado e a prosápia é de oleiro zarolho.

De facto, se eu fosse tão ignaro, peralvilho iletrado e escrevesse (?) num português em que a gramática e sintaxe não existem nem são precisas para nada, também ficaria aterrorizado perante a ameaça de qualquer mudança que pusesse em causa os meus princípios de que mais vale andar passajadinho que rotinho.

Façam-se a vida e vão aos saldos!

Anónimo disse...

Apelar à razão das pessoas explicando que o que está em jogo é a despenalização do aborto? Isso nõ será contar só uma semi-verdade? Estamos a falar também da liberalizaçao do aborto, não apenas de deixar de julgar quem o faça...

André Carapinha disse...

Ao anónimo das 10:55:

1- Dispenso os seus abracinhos e as suas liçoezinhas de moral. Não tenho qualquer intenção de estabelecer relações cordiais consigo, excepto aquelas a que o meu espírito democrata me obriga. É mesmo assim. Sou exigente. Gosto de escolher as minhas relações.

2- Diz v. que eu voto "contra o Não". Curiosamente, acertou. Voto contra o Não, porque voto para mudar a lei, e o Não vota para a manter. Ora, essa lei é aquela que obriga as mulheres a abortar clandestinamente. Não conhece nenhuma? Nunca ouviu falar? Pois eu conheço. Eu sei, por ouvir falar, claro, porque não sou mulher, do sofrimento que é abortar, mas também da tristeza e da revolta que é saber que se o faz como uma marginal, escondida da sociedade, dos amigos, dos pais, de arrancar essa verdade em lágrimas. De além da dor de perder um filho ainda ter de sentir o jugo da moralidade hipócrita a fazê-la culpada da sua dor.

3- Diz v. também que acredita em "coisas mais altas, mais profundas, do que um dia a dia mesquinho". Pois eu também. Acredito num mundo de liberdade e responsabilidade, e não vejo nada de "mais alto e mais profundo", talvez o anónimo conheça esse a que chamam Deus, mas isso é lá consigo, e eu não sou obrigado a conhecê-lo, ou sequer a querer conhecê-lo.

4- Diz por fim que acredita que todas as pessoas valem muito. Ora, aqui é que eu já não acredito que v. acredite mesmo nisso. Pois quais pessoas é que acredita que valham muito? As mulheres que abortam, que valor tem para si? Pessoas inteiras, com história, memória, consciência, projectos, tem menos valor para si que embriões sem sistema nervoso central.

5- O que nos leva à inevitável conclusão: o seu conceito de "vida" é religioso. Permita-me discordar: Deus não existe. Por isso, até à vista, esperando sinceramente estar enganado neste meu post, e que após 11 de Fevereiro ainda possa acreditar neste país.

André Carapinha disse...

Luis:

O meu post não é sobre o argumentário do SIM, é sobre os portugueses. Parece-me óbvio que é um post essencialmente provocador. Repara neste excerto: «Enquanto a campanha do Sim tenta apelar à razão das pessoas (erro terrível)».

O povo, claro que são os tolos e os não tolos, eu sou povo e não sou tolo, agora o nosso povo, desculpa lá, é muito tolo.

O povo tolo é, por definição, muito dado a tolices, e eu só espero que no dia 11 não se dê mais uma daquelas tolices, para não dizer pior, em que somos especialistas. Por exemplo, a minha previssão pessimista/ realista, uma abstenção de 55/ 60%, o Socrates no seu papel de Pilatos a lavar as mãos, e o povo a dizer que não é nada com ele, que não sabe, não tem certezas, que nunca ouviu falar, que a mãe, a irmã ou a prima nunca abortaram.

Quanto à influencia da Igreja, não acredito nessa sondagem. Isto levar-nos-ia a uma discussão totalmente diferente, que agora não é relevante para o caso.

Apenas uma achega quanto à tua afirmação final: a democracia não é só o poder da maioria. Por isso existem contra-poderes, ou direitos fundamentais não referendaveis. Se a maioria dos portugueses fosse a favor da pena de morte (o que não é assim tão descabido) isso não é razão para admiti-la. A não ser na visão amputada da democracia dos neo-liberais, em que o "consumidor" terá direito de "comprar" as leis que entenda.

André Carapinha disse...

Jà agora, és o Luis que eu estou a pensar ou outro?

Anónimo disse...

Olha-me o Andre a evocar Pilatos!
Lavar as mãos como Pilatos, é fingir que não tenho nada a ver com os bebés abortados e que isso é da responsabilidade exclusiva das mulheres, e da sua consciência.

Anónimo disse...

André Carapinha:

Pelo que percebi pela sua posta, o único problema de portugal são exactamente os portugueses !

Que tal aborta-los (ou abortar-nos?) a todos com uma corda à volta do pescoço ?

Ou então, que tal usar Ziklon B ?

Ou então, umas férias pagas na Lubianka para todos ?

Anónimo disse...

Ao anónimo das 3:14

Nasceu assim, ou foi com o tempo que ficou um aborto?

André Carapinha disse...

Anónimo das 7:51:

Acho que deve estar a alucinar. Onde é que já me viu dizer que não tenho nada a ver com o assunto? Além do mais, peço-lhe o favor de não usar a palavra "bebés" para se referir a embriões com menos de 10 semanas. Não é cientifico, tal como o sr. não chamará de "bebé" a uma criança com 8 anos, e é evidente a sua intenção demagógica ao fazê-lo.

Anónimo disse...

-(pvnam Hat gesagt…
Abram os olhos... e DEPRESSA!!!
«mini---spam»

---> O Estado Alemão vai dar 25 mil euros por cada criança que nasça a partir de 1 de Janeiro de 2006.)-

Será que ninguém explica a este pynam o que o Estado Alemão efectivamente faz?!

Pelos vistos,mais um consumidor da falaciosa notícia da TVI.

Anónimo disse...

Rectificação:
Leia-se SIC em vez de TVI

Táxi Pluvioso disse...

É errado dividir os portugueses em tolos e não tolos. Somos todos tolos.

Anónimo disse...

Ó André, se lhe faltam os argumentos não divague...lá porque o anónimo nao foi correcto a denominar embrião, nao acredito que vocemecê o nao tenha (sub-)entendido. Bom , a menos que o seu desenvolvimento neuronal ainda esteja por essa altura...

Acerca dos tolos, o seu discurso lembra-me embabecido o de um meu colega de escola: as mulheres sao todas umas pu&%$. Bem, menos a minha mae e a minha irma...

Acho que da para entender...

Ah, e não sou o Luis, sou mesmo o Joao

Anónimo disse...

O país em que vivemos é um nojo. Referendar uma lei que depende da exclusiva vontade individual, é uma razão de parolos.

Os beatos que não querem fazer abortos, não os façam. Mas não chateiem os outros, por amor de deus.

Já agora, a ideia de uma campanha cujo mote fosse perguntar à mãe quantos abortos fez é perfeita. Os números iriam ser com certeza surpreendentes.

Anónimo disse...

É natural que estes anencéfalos sejam pela 'despenalização': de labrostes destes se enchem as faculdades. Quantos livros já 'abortastes', pá, antes das 10 páginas? Um? Só? vá lá confessa que já 'tentastes' ler dois livritos...

Anónimo disse...

Pois é, quem perde a razão... perde a razão!!!

Anónimo disse...

Os abortos da mãe era uma boa conversa, pricipalmente porque a pílula é uma jovem e que eu saiba as nossas mães, não tiveram, em média, mais de 3 filhos na sua longa vida fértil ( de pelo menos 30 anos)...e nem sempre a pílula funciona.
Quanto aos portugueses - não são tão maus como os pintam. Nas últimas sondagens (hoje é 12/1/07) mais de 2 terços dos portugueses vão votar sim.
Nesses 2/3 estão grande parte dos 1/5 dos que vivem abaixo do limiar de pobreza e não estão seguaramente as e os queques que andaram por todo o lado a recolher assinaturas para o "não".
Só espero mesmo é que não esteja mau tempo no dia de ir a votos.
A sondagem também diz que o povo de direita (votantes no CDS) vai votar no sim em maioria expressiva.

Anónimo disse...

O referendo devia ser so das e para as mulheres. Quando os idiotas dos pseudo homens se poem a falar do assunto, esta visto que o fazem com o cu. Vao trabalhar malandros...

Anónimo disse...

A minha mãe nunca fez abortos: teve 8 filhos e estava velha aos 30 anos. Eu nunca fiz um aborto - pratico a contracepção apesar de condenada pelos hipócritas da Igreja.
Espero que nenhuma das minhas filhas faça abortos.
Votamos todas SIM.
Este povo é burro mas não estúpido, André.

Anónimo disse...

Que comédia, e que arrogância, então o povo só é inteligente se votar no mesmo que vocês.
Novidade! todos os aqui presentes são iguaizinhos aos restantes 10 milhões que estão todos nas suas casas a opinar a gabarem-se da sua sapiência e a dizer que outros é que são estúpidos.

Quanto há igreja ser hipócrita? A igreja é das poucas instituições que sempre se manteve coerente com as suas convicções, e não as vai alterar para agradar o povo.
PS: A igreja é contra os métodos contraceptivos em casais, abençoados por Deus, cujo o acto sexual é suposto ter como fim único a reprodução.
Nos outros casos, fora do casamento, segundo a igreja nem deviam ter relações sexuais...
Já ouvi um padre dizer, que seria uma irresponsabilidade, não usar preservativo, nos casos de relações efémeras e afins.

Anónimo disse...

O referendo devia ser só das mulheres? Queres ver que a mulher fez a criança sozinha.

Anónimo disse...

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