Terça-feira, 7 de Junho de 2011

Chew on this.

No último conto do meu livro 'Siamese Dream', intitulado 'O Anjo Exterminador', há uma personagem chamada Karla Engel (anjo) que tem um olho de cada côr.
Pouco tempo depois de publicá-lo, conheci uma mulher chamada Carla, a qual tem um olho de cada côr, e um anjo (engel) tatuado no abdómen.

8 comentários:

Táxi Pluvioso disse...

Se fosse Carla com "k" diria que era uma coincidência do caraças.

Antonio Bizarro disse...

Nesse caso, seria uma espécie de profeta, dos quais eu desconfio sempre.

Táxi Pluvioso disse...

Um povo religioso como o português não desconfia de seus profetas, e aos profetas estrangeiros, aportuguesa-os.

Antonio Bizarro disse...

O que me faz desconfiar dos profetas, portugueses ou estrangeiros, é o facto de apenas profetizarem desgraças. Seria de esperar que, de vez em quando, profetizassem algo de positivo ou esperançoso, mas não.

Táxi Pluvioso disse...

Bom, já que ao André lhe deu para a preguiça, pudera, a troika vai dar-lhe tudo o que ele deseja, sem ele ter que mexer uma tecla, ao menos pomos a caixa de comentários a andar.

Não são bem desgraças. Aliás, os tempos “desgraçados” são os melhores para enriquecer e ter muito boa vida, é só estar com atenção a Portugal. Vem um período de fartura para que tem dinheiro, depois, com a expulsão do euro, quem tiver olho será o rei. A desgraça ou não desgraça, é como a garrafa, meio cheia, meio vazia, depende de com se olha, no fundo é aplicar “A Faculdade de Julgar”, ou lá como é que se chama o livro do Kant sobre a estética.

Antonio Bizarro disse...

Pode ser de mau gosto dizer isto, mas quanto mais o mundo se afunda, mais a minha vida, em todos os seus aspectos, se torna melhor. Infelizmente, o mesmo não se aplica às pessoas que me rodeiam. Temo que, quando as vacas gordas regressarem, a minha vida volte a regredir. Espero que não.

Táxi Pluvioso disse...

Não há esse risco. Não foi encontrado na lusa História período algum de vacas gordas. Talvez na chegada do ouro do Brasil: 500 toneladas, em 57 anos, numa média de 100 mil euros / dia. Ou, no tempo ainda mais rico de Cavaco, fez os quintos do Brasil parecer amendoins, com um milhão de contos / dia dados pela UE, (alguns dizem 2 milhões), desaparecidos em manhãs soalheiras. Sim, Cavaco foi tempo de vacas, não seriam gordas, pelo que vi nas cassetes do arq. Taveiras, mas vacas, contudo. O 1º ministro foi à TV defender o seu Governo dos rumores, mas nunca percebi se ele falava do dinheiro UE que desaparecia, se das maldades do arq. nos traseiros das madames próximas do poder.

André Carapinha disse...

Eu ia mesmo dizer isso, que esse risco de "vacas gordas" é algo que não me parece que suceda nos próximos tempos. Podes estar descansado. Quanto ao blogue, regresso ao activo lá para 20 de Agosto, para sossego dos meus leitores ansiosos que me inundam o mail com súplicas para que volte a escrever.