quarta-feira, 9 de junho de 2010

Temos um troll no blogue


Mais exactamente, uma troll. Já foi colaboradora do 2+2=5, mas notabilizou-se menos pelos posts e mais pelos insultos anónimos. Honra lhe seja feita, conseguiu afastar alguns membros, a sua especialidade favorita. Também tem um blogue, e com alguma projecção. Curiosamente, lá no seu sítio modera os comentários, mas aqui, em que se recorreu a essa solução apenas como recurso para estancar a sua torrente de insultos, acusa-me de ser "censor". Nada que espante, é especialidade desta troll dizer uma coisa e fazer a outra: basta ler o blogue dela, e conhecê-la ao vivo. Enfim, coisas de trolls.

Troll: "Um troll da internet é aquele que sente prazer em semear a discórdia na internet. Tenta iniciar discussões e ofender toda a gente." In Glossário de blogging do Blogmundi.

13 comentários:

Anónimo disse...

oh camarada, isso é que é falta de assunto! e que tal outra noite da vingança ou mais um soneto pós-intelectual?

camarada disse...

Afinal também são camaradas?

Armando Rocheteau disse...

Foi por causa de um post do género deste que deixei este blogue. Não estou arrependido.
Mais do que um troll anónimo temo um administrador que pensa que controla IPs.
Não tinha, nem tem razão.
O resto da conversa é privada porque não é seguramente para isto que serve um blogue.

André Carapinha disse...

Armando,

Conversaremos em privado, seguramente, assim se dê a oportunidade.

Limito-me, e porque é do interesse do blogue e dos leitores, a registar quem é o troll. Não é novidade: a própria já "enfiou a carapuça" em comentários anteriores, como sabes. E não me parece que quem insulta e desestabiliza a coberto de um suposto anonimato deva (ou possa) invocar critérios de "moralidade" quando o feitiço se vira contra o feiticeiro.

Sendo verdade que a vida nos prega por vezes partidas estranhas, sabes que mantenho intacta toda a amizade e estima por ti.

Armando Rocheteau disse...

"O resto da conversa é privada porque não é seguramente para isto que serve um blogue."
Não quero ser mal ententido. Não disse que queria conversar com o André. Disse o que tinha de dizer publicamente e por respeito aos leitores. E queria dizer ainda que para além do que disse a conversa era de foro privado e isto também por respeito aos leitores.
Já não postava, agora também deixo de comentar.
Claro que comentar como anónimo é um direito meu, que tenho exercido por aqui. Andando o administrador à cata de IPs posso ser desmascarado. É por isso que vou aderir ao MACPIPI

André Carapinha disse...

"É por isso que vou aderir ao MACPIPI"

Nem quero acreditar que estejas a descer tão baixo.

André Carapinha disse...

E já agora, sente-te à vontade para comentar, insultar, semear a discórdia, o que te apetecer. Realmente deram-te a volta à cabeça.

André Carapinha disse...

Até já tens um novo poema publicado no Pós-Intelectual. Agora até podes comentar por lá e tudo! A importância que dão à poesia de um tipo que ainda nem publicou um livro só me enobrece, embora hajam outras coisas que me deixam muito triste.

eu já aderi ao MACPIPI, e você? disse...

Carapinha, ninguém dá importância à tua poesia. Há anos que te dizem que a tua poesia é DEMASIADO MÁ. Até já tinhas abandonado o blog por causa disso, lembras-te? Escusavas era, além de mau poeta, de ser palerma.

André Carapinha disse...

Só para que uma mentira muitas vezes repetida não se torne numa "verdade", eu nunca abandonei o blogue por causa da minha poesia. A única vez que o fiz foi por causa deste tipo de comentários anónimos, na altura dirigidos a outro membro.

Quanto ao resto, a minha poesia, está à disposição de quem a quiser ler no Pós-Intelectual. Que a achem boa ou má, estão à vontade. Não me fio é em "críticas" enviesadas por motivos tão pessoais.

Posto isto, acabou-se a troca de comentários com quem apenas me quer atingir pessoalmente.

dina, dissidente do MACPIPI disse...

esta poesia é para o armando, a quem, segundo carapinha, deram a volta à cabeça

Quando eu vi olhos de ameixa e a boca de amora silvestre
Tanto mel, tanto sol, nessa tua madeixa, perfil sumarento e agreste

Foi a certeza que eras tu, o meu doce de uva
E nós sobre a mesa, o amor de morango e cajú

Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca, ohoh...

Tens na pele travo a laranja e no beijo três gomos de riso
Tanto mel, tanto sol, fruta, sumo, água fresca, provei e perdi o juízo

Foi na manhã acesa em ti, abacate, abrunho
E a pêra francesa, romã, framboesa, kiwi

Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem... vem... vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca

Ah... foi na manhã acesa em ti, abacate, abrunho
E a pêra francesa, romã, framboesa, kiwi

Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá, tenho sede, quero o teu amor d'água fresca

Peguei, trinquei e meti-te na cesta

vai mesmo anónimo, que o nome deste movimento não dá jeito nenhum a escrever disse...

carapinha, carapinha, sabes bem que só abandonaste o blog quando cascaram na tua poesia; se te recordares, foi até por essa altura que te iniciaste na actividade de caçador de IPs. só nos faltava agora vires vender o peixe da demissão solidária

André Carapinha disse...

"carapinha, carapinha, sabes bem que só abandonaste o blog quando cascaram na tua poesia"

É falso. Os arquivos do blogue estão ai para o comprovar. E como me está a faltar a paciência, nem quero continuar com este rame-rame interminável, voltei a activar a moderação nos comentários, tal e qual sucede no blogue desta simpática "anónima".

Voltarão a ser de comentário livre se e quando me apetecer. Sim, sou um censor, ditador, blá blá blá, ou então quero só estancar esta diarreia mental.