quarta-feira, 30 de junho de 2010

Supo...sitório

Descobri hoje que supositório, é um repositório de suposições.
Coisa breve, coisa dura, que é arte, é clister, é emoção.
Supondo que um supositório repõe as emoções patológicas no seu nível conforme,
como se pode repor a amálgama de sensações extirpadas aquando de um estado de catatonia evidente? José Gil, filósofo de créditos firmados e afirmados na nossa contemporaneidade, aludiu a seguinte comentário: "É incognoscível e peripatético que se possa afirmar semelhante coisa! As intrépidas sensações peristálticas aquando de uma supositória suposição, são fragmentos perdidos na memória dos tempos e rubricam a exegese inaudita das milenares construções egípcias, na era dos Faraónicos aduladores das eremitérias sensações". Como se pôde observar, são suposições clistéricas e cadaveris nos arautos destas inones acções que se perpetua, na índole das reposições inscritas, a sempiterna voragem dos sentidos, das semelhanças e indulgências alienáveis de um tratado filosófico que emana miscigenações sempre bem-vindas e partilháveis. Quando se supõe semelhante coisa, está-se perante novas formas do conhecimento racional, um aplacar no terreno das paixões pueris e a nova morada dos sânscritos Hebreus, mais a indubitável sapiência dos Aramaicos. Supuz, e supomos todos bem de que a massa ignara de seres amorfos e ambulantes, na poeira dos dias, são reposições atormentadas das graníticas faces de dor, aquando de uma patologia inesgotável, supondo-se que só pela via do supositório se irá sarar semelhante escória humana. Tenho dito!

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