segunda-feira, 7 de junho de 2010

Instrumentos de tortura


"Dama de Ferro" - Século XVIII


"Vuvuzela" - Século XXI

7 comentários:

torturado disse...

Quantos mais séculos passarem, mais refinados serão os objectos para tortura. Mas não sei mesmo se a vuvuzela algum dia será suplantada!

Táxi Pluvioso disse...

Instrumento de tortura? a vuvuzela é instrumento de prazer, o instrumento deste glorioso momento da História lusa, com ela na boca Portugal será grande em África. Os portugueses vuvuzelam!

Iron Maiden é british metal, historicamente, acho que não foi instrumento de tortura usado, é mais uma dessas mistificações que ficam sempre bem: como o pinhal de Leiria, a corda do Egas Moniz...

André Carapinha disse...

Supõe-se que a "Dama de Ferro" nunca tenha sido de facto usada (embora haja teorias que a colocam ao serviço da inquisição no século XVI). Pelo menos estes exemplares do século XVIII não o foram. O que não impede que seja um "instrumento de tortura", apenas um que (felizmente) não chegou ao activo.

Isto embora seja relatado na Cidade de Deus de Santo Agostinho a execução de Régulo, com um instrumento em tudo semelhante (o sarcófago era de madeira em vez de metal, e não tinha a carantonha da dama. Era assim mais para o prático e menos para o simbólico). O que leva a supor que esse tipo de execução terá sido utilizado mais vezes.

Táxi Pluvioso disse...

Ah, um instrumento de morte, tortura é outra coisa, supõe-se que a pessoa não morre logo, que é o que sucede se meterem alguém dentro do iron maiden.

Aliás, a tortura só se tornou "científica" com o presidente Báráque (com o pupilo de Bush, as boas almas acham que foi abolida).

Táxi Pluvioso disse...

... a vuvuzela é um objecto sagrado, ao nível da imagem de Fátima Peregrina ou da lingerie de Paula Rego.

Táxi Pluvioso disse...

... e para o facto de ainda teres dúvidas de que é arte.

André Carapinha disse...

Bem, consta que o Régulo levou o seu tempo a morrer...

Quanto à vuvuzela, estou estarrecido com o video e convencido quanto à necessidade de a elevar a símbolo sagrado do falo lusitano.